Apaixonada por Chico Buarque, eu só queria um desculpa para escutar, lembrar, sonhar. Quem disse que a alma não tem voz, não me conhece.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
lembrando.
Postado por mãe de lara às 22:43 0 comentários
Marcadores: chico buarque
terça-feira, 7 de setembro de 2010
CÁ PRA NÓS!
Nosso amor é valentia
sem lugar para covardes
só o querer que acende
Cá pra nós tanta besteira
vem cá meu benzinho
eu vivo perdido
com calma te explico
não sei o caminho...
Pede a conta enquanto é tempo...
Postado por mãe de lara às 21:25 0 comentários
Marcadores: Lucas Santtana
Amor em Jacumã.
vou dar uma bola
vou levar a minha nêga para jacumã
ver o sol nascendo na ladeira
anunciando que já é manhã
se chegar turista eu estando lá não quero ver
se chegar artista eu estando lá não quero ver
se chegar revista eu estando lá não quero ler
só quero ver a onda alegre subindo e descendo
e eu também com ela subindo e descendo
e a nêga comigo nesse vai e vem
nada de disse me disse
tudo na paquera
amor não é tolice
conversa já era
lá em jacumã ninguém conversa não
vou pra já, pra já
pra jacumã
Postado por mãe de lara às 21:20 0 comentários
Marcadores: Lucas Santtana
Hold me...
Hold me in
Then slowly let me out
Hold me shut
Your mouth is not my mouth
Hold my hand
Bikini pulled aside
Hold me low
and upside down and black
Don't let me go
Use all your twists
Hold me once and hold me twice
While night booms on the sand
Hold me once and hold me twice
Don't even think about dry land
Hold me once and hold me twice
Water rushing rising foam
Hold me shut
A classic silent scream
Hold me down
No telling what is sweat
Don't let me go
Use all your twists
Hold me once and hold me twice
While night booms on the sand
Hold me once and hold me twice
Don't even think about dry land
Hold me once and hold me twice
Water rushing rising foam
Postado por mãe de lara às 21:17 0 comentários
Marcadores: Lucas Santtana
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Chá-de-sumiço
Postado por laís sampaio às 19:56 0 comentários
Marcadores: Xico Sá
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensa
Postado por laís sampaio às 20:43 0 comentários
Marcadores: Fernando Pessoa
sábado, 8 de maio de 2010
Diferença de Necessidades
Um quer se sentir o centro do universo, o outro quer incluí-lo no sue amplo universo. Um quer fugir da solidão, o outro aceita a solidão. Um não quer falar de suas dores, o outro pergunta demais. Um briga por amor, o outro silencia por amor. Os dois se amam, isso não se discute.
Um não precisa conhecer o mundo, o outro traz o mundo em si. Um é romântico para disfarçar a brutalidade, o outro é doce para despistar a secura. Um quer muito de tudo, o outro se contenta com o mínimo essencial. Nenhum dos dois liga pra dinheiro, mas o dinheiro quase sempre está no bolso de quem viveu mais. Um fica inseguro, o outro diz que nada disso importa, mas claro que importa.
Um quer que lhe dêem atenção 24 horas, o outro precisa que o esqueçam por uns instantes. Um quer aproveitar cada réstia de sol, o outro gostaria de dormir um pouco mais. Um gostaria de saber o que não sabe, o outro queria desaprender metade do que a vida lhe ensinou. Um precisa berrar, o outro chora. Um quer ir embora e, ao mesmo tempo, não. O outro quer liberdade, mas a dois. Então um se vai e deita em todas as camas, sofrendo. E o outro mergulha sozinho na dor, sobrevivendo.
Postado por laís sampaio às 20:29 0 comentários
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